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O CLUBE DOS CORNOS
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
CORNO CLUBE TAMBÉM É CULTURA

Olá amigo,
Belíssimo blog. Poderia publicar o texto abaixo?
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RELAÇÃO MODERNA
O objetivo de todo homem – pelo menos daqueles que tem parceira fixa -, deve ser única e exclusivamente a satisfação dela.
Regras de conduta:
- A masturbação ou qualquer forma de prazer solitário deve ser encarada como um ato de completo egoísmo. O homem jamais deve manipular seus órgãos genitais objetivando ter prazer.
O objetivo de todo homem – pelo menos daqueles que tem parceira fixa -, deve ser única e exclusivamente a satisfação dela.
Regras de conduta:
- A masturbação ou qualquer forma de prazer solitário deve ser encarada como um ato de completo egoísmo. O homem jamais deve manipular seus órgãos genitais objetivando ter prazer.
Quando ejacula, ele desperdiça energia ficando mais leniente e desviando o foco do seu real objetivo: o prazer dela. Portanto, a ejaculação ou qualquer outra forma de prazer masculino deve ser incidental, ou seja, apenas quando ela tiver vontade de ser penetrada. Isso implica em:
1- Em nenhuma hipótese fazer sexo oral no parceiro, por proporcionar apenas prazer para ele;
2- Uso permanente, por parte dele, de tubo de castidade masculina, com possibilidade de longos períodos sem ter sequer uma ereção. Evitando, dessa forma, ereções desnecessárias e qualquer tipo de excitação por pensamento ou não com outras mulheres. Pode parecer duro, mas é necessário. Por mais fiel que o homem seja, mais cedo ou mais tarde ele ficará duro por outra. É ridículo, mas sem a castidade forçada acontece. É mais adequada a utilização de um dispositivo www.birdlocked.com , de silicone cirúrgico, com pontas internas. Depois da fase de adaptação esse dispositivo não causa desconforto ao usuário. Entretanto, se ele tiver um início de ereção, as pontas internas provocarão dor, o que é plenamente recomendado para que o corno seja disciplinado a associar qualquer tipo de início de ereção não permitida com desconforto. Resumindo: se andar na linha, pau sempre mole, não haverá problemas. Se começar a excitar-se com o que não deve, vai doer.
3- Muito sexo oral por parte dele. Sempre com o tubo de castidade, de pênis mole. Dessa forma ele se concentra no que importa, o prazer dela, e não perde o foco com seu próprio prazer. Essas sessões podem durar horas, enquanto ela assiste TV por exemplo. E, se ela não tiver vontade, não existe a menor necessidade de liberar seu pênis. Quanto mais tempo sem ejacular, mais prestativo e focado no prazer dela se torna o homem.
- Cigarro: é muito recomendado que ele não tenha nenhum tipo de vício. Por outro lado, a mulher pode ser fumante sem nenhum problema. Mais interessante ainda caso o cigarro incomode-o. Dessa forma, fica evidente que o que importa é a vontade dela, sendo até benéfico para o casal que ele fique incomodado. Claro que, além disso, ele será responsável por comprar, acender, limpar cinzeiros. Ela, evidentemente, poderá fumar no quarto, dentro do carro ou onde quiser sem problemas.
- Amantes: Para ele, naturalmente, proibido até em pensamento – mesmo que ele quisesse, não teria como, pois o pinto dele ficará 99,9% do tempo mole. Para ela, evidentemente, livre. No sexo com os amantes é claro que haverá uma troca. Ou seja, ela receberá e dará prazer. Nesse caso praticando todas as formas de sexo: oral, vaginal, anal...Caberá ao corno (não no sentido pejorativo, mas no bom sentido como companheiro que proporciona o máximo de prazer para ela, independentemente se com o seu ou com o pau dos outros), dependendo da conveniência e comum acordo entre ela e o amante: 1- não participar; 2- ficar em casa, em outro ambiente, enquanto ela se diverte; 3- permanecer no mesmo local, apenas assistindo ou participando (sempre com o tubo de castidade), fazendo sexo oral, segurando a mão dela, colocando camisinhas, conduzindo o membro do amante para facilitar a penetração e, até mesmo, sendo passivo se agradar ao amante. Em todas as situações (exceto se for num motel), fica evidente que o corno deverá limpar o recinto: lençóis sujos de esperma, camisinhas usadas jogadas pelo chão, calcinhas sujas, etc.
-Tipo de homens: isso é uma regra geral, claro que existem exceções.
Pau menor que 16 cm – tende a ser mais amoroso, tipo de homem que as mulheres querem como parceiro fixo. Se submete facilmente aos caprichos dela. Os cornos estão, geralmente, nesse grupo. Ressaltando que não é nenhum demérito, pelo contrário, são homens valiosos, que tem consciência de sua função.
Pau entre 16 e 18 cm – grupo intermediário
Pau maior que 18 cm – em geral são ótimos amantes. Homens com quem as mulheres querem ter prazer físico. Tem tendência a não serem fiéis. São os amantes, garanhões que vão proporcionar e ter muito prazer com a companheira do corno. Já se tornou um mito dizer que o tamanho do pau não importa. É claro que tem que saber usar. Mas mulher gosta de amante de pau grande sim, algumas não admitem, mas a grande maioria prefere.
Acredito essa ser uma tendência irreversível das mulheres modernas e bem resolvidas. Vão procurar por parceiros que lhes dêem segurança, estabilidade, amparo, compreensão, carinho e as ajudem a serem mulheres bem resolvidas e satisfeitas.
A vida do casal em sociedade permanece “normal”, discreta. Não é aconselhável que todo mundo saiba que o cara é corno. Apenas os dois, talvez as amigas mais próximas dela e, evidentemente, os diversos amantes e comedores que ela terá.
reginaldo_rojo@hotmail.com
1- Em nenhuma hipótese fazer sexo oral no parceiro, por proporcionar apenas prazer para ele;
2- Uso permanente, por parte dele, de tubo de castidade masculina, com possibilidade de longos períodos sem ter sequer uma ereção. Evitando, dessa forma, ereções desnecessárias e qualquer tipo de excitação por pensamento ou não com outras mulheres. Pode parecer duro, mas é necessário. Por mais fiel que o homem seja, mais cedo ou mais tarde ele ficará duro por outra. É ridículo, mas sem a castidade forçada acontece. É mais adequada a utilização de um dispositivo www.birdlocked.com , de silicone cirúrgico, com pontas internas. Depois da fase de adaptação esse dispositivo não causa desconforto ao usuário. Entretanto, se ele tiver um início de ereção, as pontas internas provocarão dor, o que é plenamente recomendado para que o corno seja disciplinado a associar qualquer tipo de início de ereção não permitida com desconforto. Resumindo: se andar na linha, pau sempre mole, não haverá problemas. Se começar a excitar-se com o que não deve, vai doer.
3- Muito sexo oral por parte dele. Sempre com o tubo de castidade, de pênis mole. Dessa forma ele se concentra no que importa, o prazer dela, e não perde o foco com seu próprio prazer. Essas sessões podem durar horas, enquanto ela assiste TV por exemplo. E, se ela não tiver vontade, não existe a menor necessidade de liberar seu pênis. Quanto mais tempo sem ejacular, mais prestativo e focado no prazer dela se torna o homem.
- Cigarro: é muito recomendado que ele não tenha nenhum tipo de vício. Por outro lado, a mulher pode ser fumante sem nenhum problema. Mais interessante ainda caso o cigarro incomode-o. Dessa forma, fica evidente que o que importa é a vontade dela, sendo até benéfico para o casal que ele fique incomodado. Claro que, além disso, ele será responsável por comprar, acender, limpar cinzeiros. Ela, evidentemente, poderá fumar no quarto, dentro do carro ou onde quiser sem problemas.
- Amantes: Para ele, naturalmente, proibido até em pensamento – mesmo que ele quisesse, não teria como, pois o pinto dele ficará 99,9% do tempo mole. Para ela, evidentemente, livre. No sexo com os amantes é claro que haverá uma troca. Ou seja, ela receberá e dará prazer. Nesse caso praticando todas as formas de sexo: oral, vaginal, anal...Caberá ao corno (não no sentido pejorativo, mas no bom sentido como companheiro que proporciona o máximo de prazer para ela, independentemente se com o seu ou com o pau dos outros), dependendo da conveniência e comum acordo entre ela e o amante: 1- não participar; 2- ficar em casa, em outro ambiente, enquanto ela se diverte; 3- permanecer no mesmo local, apenas assistindo ou participando (sempre com o tubo de castidade), fazendo sexo oral, segurando a mão dela, colocando camisinhas, conduzindo o membro do amante para facilitar a penetração e, até mesmo, sendo passivo se agradar ao amante. Em todas as situações (exceto se for num motel), fica evidente que o corno deverá limpar o recinto: lençóis sujos de esperma, camisinhas usadas jogadas pelo chão, calcinhas sujas, etc.
-Tipo de homens: isso é uma regra geral, claro que existem exceções.
Pau menor que 16 cm – tende a ser mais amoroso, tipo de homem que as mulheres querem como parceiro fixo. Se submete facilmente aos caprichos dela. Os cornos estão, geralmente, nesse grupo. Ressaltando que não é nenhum demérito, pelo contrário, são homens valiosos, que tem consciência de sua função.
Pau entre 16 e 18 cm – grupo intermediário
Pau maior que 18 cm – em geral são ótimos amantes. Homens com quem as mulheres querem ter prazer físico. Tem tendência a não serem fiéis. São os amantes, garanhões que vão proporcionar e ter muito prazer com a companheira do corno. Já se tornou um mito dizer que o tamanho do pau não importa. É claro que tem que saber usar. Mas mulher gosta de amante de pau grande sim, algumas não admitem, mas a grande maioria prefere.
Acredito essa ser uma tendência irreversível das mulheres modernas e bem resolvidas. Vão procurar por parceiros que lhes dêem segurança, estabilidade, amparo, compreensão, carinho e as ajudem a serem mulheres bem resolvidas e satisfeitas.
A vida do casal em sociedade permanece “normal”, discreta. Não é aconselhável que todo mundo saiba que o cara é corno. Apenas os dois, talvez as amigas mais próximas dela e, evidentemente, os diversos amantes e comedores que ela terá.
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CORNO CLUB - Sócio nº 0021
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Confissões Dela: FRANCISCO (Lucia contando)
FRANCISCO
Dezembro 9, 2009 por luciamecontou
Nossa o telefone não parava de tocar, era ele querendo saber aonde eu estava… A sensação de adrenalina e medo era enorme, não sabia como ele ia reagir ao que estava escondendo dele…
Finalmente cheguei ao meu destino…
- Oi! Nossa quanto tempo… você esta ótima.
- Oi! Você também…
- Já sabe aonde quer ir?
- Hum, pensei em um motel que tem aqui perto, o que acha?
- Esta falando sério?
- Por que não? Você tem outra idéia?
- Nossa adorei!!!
No trajeto ele ia me acariciando, eu estava com um vestidinho preto bem curtinho, aos poucos ele foi subindo a mão até que finalmente começou a acariciar minha vagina, era maravilhoso que ao mesmo tempo em que controlava o carro ele me levava aos poucos à loucura, eu já não conseguia pensar em mais nada, sentia apenas aquela mistura de sentimentos… Em menos de 5 minutos estávamos dentro da garagem privativa do motel, começamos a nos beijar de uma forma carinhosa, aos poucos o fogo começou a aumentar, ele me beijava de uma forma surpreendente, imediatamente ele tirou meu vestido e começou a beijar meus seios, ele mamava de uma forma descontrolada, em minha cabeça eu só tinha um receio, que o telefone tocasse novamente…
Subimos para o quarto e ele me jogou na cama, eu só estava de calcinha e ele a tirou com força, começou a me beijar da cabeça aos pés, novamente voltou a mamar meus seios e depois desceu ate minha vagina,nossa eu estava completamente molhada de tesão, ele mamava minhas partes intimas com tal intensidade que eu não iria me segurar por muito tempo…ao mesmo tempo em que me chupava ele enfiava o dedo dentro de mim, estávamos em total sintonia de prazer, finalmente o que eu mais esperava aconteceu, o telefone tocou…
- Oi meu amorzinho!
- Oi meu amor!
- Onde você esta?
- Quer mesmo saber onde estou?
- Sim, onde você esta?
- Eu estou em um motel.
- Com quem?!!!
- Com o Francisco…
- Hum que bom… Espero que se divirta bastante
- Ok meu amor, nos falamos mais tarde. Beijos
- Beijos minha tesudinha…
- Desculpe, era meu namorado no telefone, algum problema?
- Não acredito! Você tem namorado? Como não me contou?!!!
- Eu sinto muito, não queria que isso interferisse em nosso encontro. Algum problema?
- Não, só que eu não esperava isso, eu não imaginava, ele nem brigou com você!
- Eu sei, vamos dizer que meu namorado esta preocupado com minha total satisfação, o que ele mais quer e me ver satisfeita…
- Nossa que maravilha…
- Sabe, tem outra coisa que eu gostaria de te contar, espero que compreenda
- O que é?
- Da mesma forma que ele me quer bem satisfeita, eu também gosto de satisfazer meu namorado. Como você viu, ele gosta de se sentir “ corninho”. Ele tem uma fantasia que há tempos que queria realizar…
- Qual?
- Ele queria ver outro me comendo, como ele esta longe e não pode, posso fazer uma surpresa para ele?
- Qual seria essa surpresa?!!
- Posso gravar nossa transa? Quero muito mostrar para ele como eu estou sendo bem comida, como eu estou satisfeita com outro na rua…
- Nossa Lúcia, você falando assim me deixa com mais tesão, como eu poderia negar um pedido desses, claro que eu deixo, isso esta me deixando mais excitado.
- Oi meu amor!
- Onde você esta?
- Quer mesmo saber onde estou?
- Sim, onde você esta?
- Eu estou em um motel.
- Com quem?!!!
- Com o Francisco…
- Hum que bom… Espero que se divirta bastante
- Ok meu amor, nos falamos mais tarde. Beijos
- Beijos minha tesudinha…
- Desculpe, era meu namorado no telefone, algum problema?
- Não acredito! Você tem namorado? Como não me contou?!!!
- Eu sinto muito, não queria que isso interferisse em nosso encontro. Algum problema?
- Não, só que eu não esperava isso, eu não imaginava, ele nem brigou com você!
- Eu sei, vamos dizer que meu namorado esta preocupado com minha total satisfação, o que ele mais quer e me ver satisfeita…
- Nossa que maravilha…
- Sabe, tem outra coisa que eu gostaria de te contar, espero que compreenda
- O que é?
- Da mesma forma que ele me quer bem satisfeita, eu também gosto de satisfazer meu namorado. Como você viu, ele gosta de se sentir “ corninho”. Ele tem uma fantasia que há tempos que queria realizar…
- Qual?
- Ele queria ver outro me comendo, como ele esta longe e não pode, posso fazer uma surpresa para ele?
- Qual seria essa surpresa?!!
- Posso gravar nossa transa? Quero muito mostrar para ele como eu estou sendo bem comida, como eu estou satisfeita com outro na rua…
- Nossa Lúcia, você falando assim me deixa com mais tesão, como eu poderia negar um pedido desses, claro que eu deixo, isso esta me deixando mais excitado.
Nossa quando eu menos esperava, Francisco me jogou na cama e levantou minhas pernas para o alto, de uma forma excitante voltou a me chupar deliciosamente.
Eu estava completamente louca de tesão, ansiava urgente pelo pênis dele dentro de mim. Quando ele parou de me chupar ele botou o pênis em minha boca, fiquei um bom tempo saboreando. Finalmente ele me pôs de quatro e começou me penetrar, o pênis dele era tão grande, tão grosso que eu sentia a fusão de dor e prazer…
Ficamos um bom tempo mudando de posições e ele não parava de me penetrar com força, eu gemia cada vez mais alto, acho que a sensação de saber que o meu celular estava gravando tudo e que mais tarde eu poderia compartilhar com José todo o meu prazer, me deixava mais louca, eu gemia cada vez mais alto. Francisco ao mesmo tempo em que me pegava de quatro, puxava meu cabelos e me dava tapas, estava ficando cada vez melhor. Ele ansiava para me ter de todas as formas, quando menos esperei, ele pôs o dedo na minha bundinha, nossa a dor era imensa junto com prazer, mas, eu neguei, a final essa era umas das minhas regras com José, uma das coisas que pertenciam somente a ele.
Era engraçado como Francisco ficou louco para tê-lo, mas, não podia, isso deixava as coisas mais excitantes. Depois de um bom tempo de penetração, finalmente Francisco sentiu que ia gozar, ele me deitou na cama e pediu para eu ficar me masturbando enquanto ele jorrava todo o seu gozo em meu rosto. Com isso ele começou a me chamar por termos chulos, não demorou muito e finalmente eu entrei em transe, o tesão percorreu desde a ponta do meu dedo ate o ultimo fio de cabelo, passando por cada milímetro de meu corpo.
Eu gozei muitoooooooo e muito gostoso…
Quando cheguei a casa, pude ouvir cada minuto de nossa transa, a satisfação de saber que ia deixar José com ciúmes me deixava mais animada…
É essa foi apenas uma de nossas aventuras…
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CORNO CLUB - Sócio nº 0020
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CORNO CLUB: AQUI TEM CORNO DE VERDADE

Revele o Corno Manso que existe dentro de você!
Mande fotos da sua esposa e conte pra gente a sua fantasia
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SOLANGE - esposa do nosso sócio






Olá, meus queridos.
Por que há tão poucos comentários aos posts? Fico sempre esperando comentários, mas raramente me deixam mensagens. Isso é frustrante. Escrevam, por favor. O CornoClub acabou por se tornar o meu Diário. Tão gostoso quanto aprontar tornou-se contar o que aprontei ou estou aprontando. Acho que é por isso que gostaria muito do "feedback" dos leitores.
Eu contei para vocês dos meus "pega, mata e come". Saio "vestida para matar", vou sozinha para a balada. Vou para casas de dança e boates. Invento um nome, um telefone, um bairro. Dou grandes balaços, tiro grandes sarros e termino com uma transa deliciosa.
Para que vocês possam imaginar a cena, estou enviando as fotos da última vez. Espero que o Fábio possa colocar as seis. Colocar um vestido desses é, por si só, um tesão, embora seja necessário suportar a agressividade de outras mulheres. Triste.
Agora, o mais divertido: eu e o Nando criamos uma nova "rotina de casal". Ele me prepara para minhas eventuras. Como uma "dama de companhia", me dá banho, me passa creme, me perfuma, escolha a roupa, o sapato ou a sandália (sempre saltos altos), me veste, me calça. Faz tudo isso de pau duro, mas não pode gozar, nem podemos transar. Quando estou pronta, vou me maquear (isso ele não faz) e, enfim, saio.
Saio pra dar pra outro.
Por que há tão poucos comentários aos posts? Fico sempre esperando comentários, mas raramente me deixam mensagens. Isso é frustrante. Escrevam, por favor. O CornoClub acabou por se tornar o meu Diário. Tão gostoso quanto aprontar tornou-se contar o que aprontei ou estou aprontando. Acho que é por isso que gostaria muito do "feedback" dos leitores.
Eu contei para vocês dos meus "pega, mata e come". Saio "vestida para matar", vou sozinha para a balada. Vou para casas de dança e boates. Invento um nome, um telefone, um bairro. Dou grandes balaços, tiro grandes sarros e termino com uma transa deliciosa.
Para que vocês possam imaginar a cena, estou enviando as fotos da última vez. Espero que o Fábio possa colocar as seis. Colocar um vestido desses é, por si só, um tesão, embora seja necessário suportar a agressividade de outras mulheres. Triste.
Agora, o mais divertido: eu e o Nando criamos uma nova "rotina de casal". Ele me prepara para minhas eventuras. Como uma "dama de companhia", me dá banho, me passa creme, me perfuma, escolha a roupa, o sapato ou a sandália (sempre saltos altos), me veste, me calça. Faz tudo isso de pau duro, mas não pode gozar, nem podemos transar. Quando estou pronta, vou me maquear (isso ele não faz) e, enfim, saio.
Saio pra dar pra outro.
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Segunda-feira, Dezembro 21, 2009
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CORNO CLUB: Sócio 0019 - João, da Lapa




Por favor, não divulguem minha identidade ou o meu e-mail.
O "Casal Casado" me pediu mais fotos de minha mulher com o seu amante e chefe. Fotos mais ousadas.
Eu contei pra ela e pedi as fotos. Enfim, ela me entregou essas fotos. Tomei um susto. É claro que eu imaginava como era, mas nunca tinha visto assim: um close de minha própria esposa sendo penetrada por um pinto que não é meu.
É claro que ela fez questão de destacar isso e mesmo de me descrever as lembranças físicas de cada foto. O que sentia, como sentia. Contou detalhes de tudo em cada foto.
Não vou negar que gostei e que me masturbo olhando para essas fotos. Agora, elas estão aí, pra todo mundo ver.
O "Casal Casado" me pediu mais fotos de minha mulher com o seu amante e chefe. Fotos mais ousadas.
Eu contei pra ela e pedi as fotos. Enfim, ela me entregou essas fotos. Tomei um susto. É claro que eu imaginava como era, mas nunca tinha visto assim: um close de minha própria esposa sendo penetrada por um pinto que não é meu.
É claro que ela fez questão de destacar isso e mesmo de me descrever as lembranças físicas de cada foto. O que sentia, como sentia. Contou detalhes de tudo em cada foto.
Não vou negar que gostei e que me masturbo olhando para essas fotos. Agora, elas estão aí, pra todo mundo ver.
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
CORNO CLUB: AQUI TEM CORNO DE VERDADE
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Quarta-feira, Dezembro 16, 2009
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Conto Corno: Nossa Primeira Vez Numa Casa de Swing

Iniciando em uma casa de swing
Versao Ele – Primeira vez em uma casa de swing
Somos um casal bonito, eu, Marcelo, com 38 anos, alto e loiro, ela com 32 anos, mestiça, linda e hoje muito completa em termos de sexo, pois adora que eu foda sua boquinha, bucetinha e cuzinho, região alias na qual ela tem um tesão imenso, gozando toda vez que encho seu rabinho de porra. No começo de nosso relacionamento o sexo era muito constante e satisfazia a nos dois, mas depois dos filhos e sete anos de casado, o sexo ficou apenas semanal e morno... Começamos a reacender o tesão atraves da leitura de relatos eroticos e falando de nossos fantasias na hora do sexo.
Versao Ele – Primeira vez em uma casa de swing
Somos um casal bonito, eu, Marcelo, com 38 anos, alto e loiro, ela com 32 anos, mestiça, linda e hoje muito completa em termos de sexo, pois adora que eu foda sua boquinha, bucetinha e cuzinho, região alias na qual ela tem um tesão imenso, gozando toda vez que encho seu rabinho de porra. No começo de nosso relacionamento o sexo era muito constante e satisfazia a nos dois, mas depois dos filhos e sete anos de casado, o sexo ficou apenas semanal e morno... Começamos a reacender o tesão atraves da leitura de relatos eroticos e falando de nossos fantasias na hora do sexo.
Após muitas fantasias sussurradas entre nos dois nas vezes em que fizemos sexo em nosso casamento, fomos alimentando o desejo de realizar as mesmas na vida real. Uma fantasia que sempre nos deixou muito excitados na hora do sexo, era a de irmos a uma casa de swing e ver o que podia rolar. Nos amamos muito e Somos fieis e muito sinceros um com o outro e se houvesse insegurança de algum de nos, concordamos que não haveria nenhuma pressão ou cobrança. Bem, vamos la. Era uma sexta-feira e estávamos viajando próximo a Londrina –PR. Jantamos e nos hospedamos em um hotel da cidade e sugeri a Bruna (nome fictício) que finalmente poderíamos conhecer uma casa de Swing, pois sabia de uma que havia consultado pela Internet. Minha esposa, para minha felicidade topou e fomos nos aprontar para sairmos.
No momento em que ela começou a se vestir pude perceber, apesar dela disfarçar, que a noite prometia. Ela colocou um vestido que apesar de parecer ser discreto, permite um acesso muito fácil as suas lindas pernas e deliciosa bundinha. Chegando la, fomos conhecer a casa e seus espaços, salas etc. Ficamos cerca de 2 horas no bar bebendo e nos descontraindo, sem muita emoção ou desejo rolando, pois não vimos nada ou nenhum casal que nos despertou interesse.
Perto das 1 e 30 da manha decidimos ir embora, mas antes resolvemos ir a uma das cabines com livre acesso de casais e homens (usam cortinas simples e qq um da casa pode entrar nas cabines), já dentro da cabine pedi a minha esposa Bruna que me fizesse um boquete, coisa que minha esposa adora fazer, engolindo todo o cacete ate a base e massageando a glande com a garganta, fazendo que no momento do gozo ela engula toda a porra completamente, deixando o cacete limpinho – uma verdadeira mestre no assunto.
A iluminação do local e bem fraca e demorou bastante ate que nos acostumasse-mos e pudesse-mos enxergar mais ou menos direito. Assim me posicionei sentado no pequeno sofá que la havia e ela, de joelhos no chão e virada de costas para a cortina de entrada da cabine, iniciou sua deliciosa chupada. Logo que ela começou a enfiar cada vez mais fundo na garganta o meu cacete (18cm), um homem de uns 35 anos entrou na cabine e levemente colocou sua mao sobre as costas de minha esposa, tanto eu como ela ficamos sem reação num misto de medo e surpresa, mas não impedimos este contato, permitindo que o Homem entrasse na cabine.
A minha esposa continuou a Chupada que estava me dando no cacete, enquanto o Homem iniciou lentamente avanços em minha esposa, primeiro levantando o vestido dela e passando as mãos nas costas dela, depois passando as mãos pelas pernas e chegando em sua bundinha e subindo novamente pelas costas, por debaixo do vestido ate alcançar os seus seios. Nisso minha esposa , com meu cacete todo dentro da boca, me olhava, ajoelhada, quase que implorando com os olhos, olhar que hora eu interpretava como se fosse para permitir que o Homem continuasse o que estava pretendendo fazer e ora interpretava como se fosse para impedir que aquilo continuasse. Como ela gemia e sugava cada vez mais forte o meu cacete, interpretei que era para continuarmos.
Deixei.
Assim ele lentamente se posicionou de joelhos ao lado dela e foi abaixando a tanguinha minúscula que ela usava e levantando completamente o vestido, expondo sua linda bucetinha, costas e deliciosa bunda na direção da cortina, que nesta hora ainda estava fechada mas que vez ou outra aparecia um homem ou casal e, por alguns segudos se deliciava com a cena que estava rolando. Esta visao quase me fez explodir de tesão e gozar na boquinha dela, mas segurei firme, pois muita coisa ainda eu ainda queria presenciar...O homem então, sem que minha esposa percebesse, tirou seu cacete, cerca de 20 cm e muito grosso, para fora e foi lentamente inserindo os dedos na bucetinha de minha esposa, o que pude acompanhar pelos suspiros e gemidos dela.
Primeiro um dedo...entrando e saindo da linda bucetinha dela... depois dois dedos...entrando, alargando e saindo da molhada bucetinha dela , enquanto que o cacete, duro, dele, roçava e já babava na perna da minha esposa. O tesão dela foi ficando tão intenso que eu podia ouvir ela gemendo alto, mesmo com o meu cacete todo enterrado dentro da garganta dela. Eu estava nas nuvens e ela também.
Nesta hora, pude ver que com uma mão ela mesma conduzia a mão do homem com mais e mais forca para dentro da bucetinha dela, que a comia com os dedos e ela coordenando os movimentos com seu corpo, rebolava nas mãos daquele Homem enquanto me engolia completamente o cacete com a boca.
Não pude agüentar mais e explodi num gozo que encheu sua boca e garganta de porra, o que fez com que ela me agarrasse firmemente as coxas, me empurrando de encontro a sua boca, impossibilitando que me afastasse e engolindo todo o meu gozo sem deixar uma gota sequer no cacete, ao mesmo tempo em que apertava com forca os dedos do Homem dentro de sua bucetinha e gozava na sua mão. Devido a minha extrema excitacao meu cacete continuava duríssimo e naquele momento toparia tudo para vê-la tendo mais e mais gozos.
Na intencao de faze-la engolir mais porra, pois eu sei que uma das fantasias dela e chupar e engolir a porra de outro Homem na minha frente, pedi para que ela se levantasse e se sentasse no meu cacete e se virasse de costas para mim, o que a colocaria de frente com o cacete do homem, que nesta hora já estava de pé esperando o que seria a sua melhor chupada na vida...mas ...mas neste momento, devido ao numero de curiosos que já abriam a cada minuto a cortina da cabine, o medo se mostrou mais forte que a excitação e resolvemos parar por ai...e deixar para um segundo momento essa e outras fantasias. Com isso resolvi publicar este relato veridico para que ela lesse e publicasse a versão Dela também, desta primeira e por enquanto única vez que estivemos em uma casa de swing.
Para nossa segunda vez, vamos antes publicar a nossa idéia, cada um a sua, de como queremos que seja, em detalhes, esta nossa próxima experiência...
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Segunda-feira, Dezembro 14, 2009
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Confissões Dela: No Dark Room

Dark Room - Quarto Escuro
O que vou relatar aconteceu conosco em uma das primeiras vezes que fomos à uma casa de swing. Há muito tempo vínhamos saindo com mulheres, sempre bonitas e gostosas, e tínhamos uma experiência melhor que a outra. Entretanto, meu maior tesão era sairmos com mais um homem, porque queria ser penetrada pelos dois ao mesmos tempo e realizar todas as outras fantasias que sempre povoaram a minha mente. Mas meu marido, como tantos outros, adorava a idéia de ver sua mulher com outra, mas não me liberava pra outros homens, apesar de eu saber que ele tinha esse desejo.
O que vou relatar aconteceu conosco em uma das primeiras vezes que fomos à uma casa de swing. Há muito tempo vínhamos saindo com mulheres, sempre bonitas e gostosas, e tínhamos uma experiência melhor que a outra. Entretanto, meu maior tesão era sairmos com mais um homem, porque queria ser penetrada pelos dois ao mesmos tempo e realizar todas as outras fantasias que sempre povoaram a minha mente. Mas meu marido, como tantos outros, adorava a idéia de ver sua mulher com outra, mas não me liberava pra outros homens, apesar de eu saber que ele tinha esse desejo.
Nesse dia fomos à tal casa de swing, tomamos umas bebidas, dançamos na boite e resolvemos subir para ver o movimento nos quartos, sempre intenso e extremamente excitante. Resolvemos entrar no quarto escuro, onde quase não se via absolutamente nada, somente quando se chegava bem, bem pertinho. Fomos a um canto do quarto e meu marido se encostou na parede. Tratei de abaixar e abrir suas calças, colocando aquele pau já quase completamente duro na boca.
Comecei chupando devagar, como ele gosta, passando a língua na cabeça e descendo pelo pau todo. Enfiava na boca com vontade, adorando engolir aquele pau que me dava tanto tesão. De repente, quando olho ao lado, vejo que tinha um outro cacete, bem pertinho da minha boca, pedindo pra ser chupado. Como sou muito obediente, olhei pra cima pra ver se meu marido aprovava ou não. Como ele fez um olhar de consentimento, imediatamente me virei e engoli o outro pau. Ele também já estava duro e suguei com vontade, fazendo movimentos de vai e vem enquanto a língua não deixava de trabalhar; engolia tudo até o saco e, com o pau todo na boca, passava delicadamente a língua no saco. Enquanto isso, batia uma punheta gostosa pro meu marido, que estava adorando me ver chupar um cacete com tanta vontade. Comecei a colocar os dois paus gostosos ao mesmo tempo na boca e os dois deliravam. Quando percebi, vi mais um caralho querendo ser chupado.
Desta vez nem precisei pedir permissão, porque vi que meu marido estava adorando a cena. Parti para chupar o terceiro pau, passando a língua bem molhada nele todo e engolindo até o talo. Meu marido se afastou um pouco para que eu pudesse brincar melhor com os dois e, sem esperar, percebi mais outro na minha boca. Enquanto engolia um, batia punhetinha pros outros dois, fazendo um revezamento erótico delicioso. Juntei os três pra enfiar na boca, mas não consegui. Percebi que eles adoravam quando eu esfregava um no outro e colocava, de um em um ou de dois em dois, inteirinho na boca. Infelizmente, acho que meu marido naquele dia não deu conta de me ver chupando tanto pau e quis sair bem na hora que iam gozar. Eu estava ansiando pra ter a porra de todos eles na minha boca e escorrendo por ela. Mas não foi daquela vez...
De qualquer modo, essa experiência abriu as portas para muitas outras, cada uma mais tesuda que outra e que vou ter o prazer (literalmente) de relatar.
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Conto Corno: Presente Para Minha Esposa

Presente para minha esposa
Essa aventura que conto agora eu preparei após as ultimas férias maravilhosas que passei com minha esposa e nosso casal de amigos e que já contamos no nosso ultimo conto.
Essa aventura que conto agora eu preparei após as ultimas férias maravilhosas que passei com minha esposa e nosso casal de amigos e que já contamos no nosso ultimo conto.
Bem eu e minha esposa sempre tivemos uma relação maravilhosa e de muito amor e confiança, por isso é que temos a liberdade de nos divertir em nossas transas sem nenhum bloqueio, mais eu sempre notei que em nossas fantasias tinha uma que deixava minha esposa louca de tesão e eu admito que também me excita muito, então eu resolvi dar este presente para ela.
Pois bem, um dia após buscar minha esposa a noite no trabalho logo que ela entrou no carro eu dei um beijo bem caliente nela de forma a deixa-la bem provocada, ela logo notou que algo iria acontecer naquela noite, então ela me perguntou o que eu estava aprontando e eu somente respondi para ela que ficasse a vontade pois naquela noite eu lhe daria um presente maravilhoso.
Saímos e fomos jantar num restaurante na beira do lago, comemos frutos do mar e conversamos bastante, eu pedi um bom vinho e fiz questão que minha esposa tomasse bastante vinho, pois eu queria ela bem a vontade. Depois de algum tempo no restaurante minha esposa levantou e foi ao banheiro, ficou lá alguns minutos e depois retornou, quando ela chegou na mesa ela me beijou e falou no meu ouvido que tinha um presente e para minha surpresa me entregou sua calcinha que ela tinha tirado dentro do banheiro e tinha voltado somente de vestido, isso é claro me deixou doido e de pau duro e foi o sinal que aquela noite ela toparia tudo.
Depois daquela maravilha que minha esposa tinha me dado eu fiz questão de passar a mão pelas pernas delas em baixo da mesa e sentir a sua bucetinha toda molhada, então eu falei no ouvido dela que naquela noite eu queria que ela escolhesse um cara para comer ela junto comigo, senti naquele momento que a buceta dela ficou ainda mais molhada, foi então que ela me perguntou : Eu posso escolher quem eu quiser ??? Eu respondi : claro ... fique a vontade.
Então ela apontou para um garçom que havia vindo nos servir e disse que queria ele, eu disse a ela que eu iria levantar e ir no banheiro e ela deveria chama-lo até nossa mesa e fazer para ele a proposta, ela de pronto aceitou e eu fiz conforme o combinado. Após uns 5 minutos retornei a mesa e minha esposa tinha deixado um bilhete em cima da mesa dizendo para mim pagar a conta e ir encontrar ela no nosso carro que estava estacionado num lugar meio escuro.
Fiz o que ela pediu e fui encontra-la, quando entrei no carro me deparei com ela no banco de trás do carro se masturbando e gozando sozinha cheia de tesão,beijei ela e perguntei o que tinha acontecido e ela me disse que o garçom tinha aceitado e iria nos econtrar dentro de uns 10 minutos. Ficamos ali nos beijando e eu aproveitei para masturbá-la enquanto esperávamos nosso novo amigo.
Depois de algum tempo resolvemos não esperar nosso amigo e saímos com o carro, mais não agüentei dirigir muito tempo e paramos algumas ruas acima num lugar bem deserto onde haviam vários carros de namorados aproveitando o escuro, minhas esposa mal esperou eu para o carro e sentou no meu colo com aquele vestido sem calcinha, ficamos nos beijando e ela roçando a buceta sobre o meu pau, depois de alguns minutos eu abri o zíper da minha calça e meti dentro da buceta dela que estava toda molhadinha, e ali trepamos muito gostoso e eu enchi a buceta dela com meu gozo, ficamos mais alguns minutos e depois pegamos o carro pois queríamos continuar nossa festa num motel, pois minha esposa estava insaciável, enquanto eu liguei o carro e comecei a diigir ela continuava se masturbando do meu lado, andamos algumas ruas e para nossa surpresa ao passar perto da parada de ônibus vimos o garçom que tínhamos convidado para nossa transa, então minha esposa não hesitou em me pedir que eu voltasse e desse carona a nosso amigo pois ela estava doida para realizar a sua fantasia, então foi o que eu fiz, dei a volta e parei na parada, ela abaixou o vidro e perguntou para o garçom se ele ainda estava a fim de transar com a gente. Ele nem respondeu, abriu a porta da frente onde ela estava tirou ela do banco da frente e entrou junto com ela no banco de trás.
Fui então dirigindo até o motel mais próximo, olhando pelo retrovisor vi o garçom chupando os peitos de minha esposa, andamos um pouco e então achei um motel e entramos, quando decemos do carro minha esposa pegou na minha mao e de nosso amigo e nos puxou para dentro do quarto, lá dentro ela nos empurrou para cima da cama e começou a encher a banheira, enquanto isso fez um lindo estripe para gente e depois foi até o garçom já totalmente nua e abriu o zíper da calça dele e começou a chupa-lo.
Eu doido de tesao com aquilo não me agüentei em somente me masturbar e comecei a chupar a buceta dela que estava de quatro, eu sentia ela gozar dentro da minha boca e aquilo me deixava louco. Logo depois minha esposa levantou ficou de quatro em cima da cama e pediu para o garçom fuder a buceta dela bem forte, e me pediu para chupar meu pau enquanto ele comia ela, foi maravilhoso aquela cena, ela gemia de tanto prazer e me chupava como nunca chupou, o garçom então gozou dentro da buceta dela deixando ela ainda mais excitada, então ela me deitou logo e começou a cavalgar no meu pau ainda toda gozada, enquanto isso o garçom a beijava pelas costas e massageava os seios dela, eu gozei também muito dentro dela, e ela claro adorou.
Ficamos ali mais algumas horas transamos mais uma vez, só que cada um comeu minha esposa em separado depois, e então fomos embora e deixamos o garçom na rodoviária, minha esposa me deu um beijo gostoso quando estávamos sozinhos e disse que depois também iria me dar um ótimo presente igual ao que ela havia recebido.
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CORNO CLUB: AQUI TEM CORNO DE VERDADE
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Vale a Pena Ler de Novo: O CORNO BI E A PUTA - 2

CORNO BI E A ESPOSA PUTA – 2
Oi, sou o André, que escreveu o conto de sucesso “Eu Corno, ela Puta”, contando a experiência real que tive ao lado de Flavia, minha esposa. Dessa vez, quero contar como foi nossa primeira visita a uma casa de swing, em São Paulo. Bom, depois da transa com o Paulo, colega de serviço da minha esposa, demos um tempo de um 3 meses sem aprontar nada de diferente fora do casamento. Apenas a Flavia me contava que continuava sendo paquerada no trabalho, por um outro colega (o Paulo foi transferido), mas que ela até achava o cara interessante e tal, mas que iria fazer-se de difícil, pois não estava disposta a correr riscos desnecessários na empresa.
Durante nossas transas, agora mais freqüentes, o clima sempre esquentava quando lembrávamos das loucuras que fizemos. A Flavia acabou confidenciando que me viu chupar a pica do Paulo enquanto ela tomava banho. A principio fiquei meio envorgonhado, mas ela me disse que estava tudo bem, que me amava e que sabia que aquilo era só sexo, só farra. Ela me confortou dizendo: - você é o meu macho, meu homem. Isso bastou pra mim. Bom, então começamos a ver filmes, sites na net e resolvemos conhecer uma casa de swing, ou clube de casais, numa quinta-feira, que era a famosa “noite de ménage”, em que, além dos casais, também entram pessoas sozinhas.
Deixei nossas crianças na casa de minha irmã e quando cheguei em meu apartamento, minha esposa já estava se aprontando, linda, deliciosa, uma verdadeira puta se preparando para atender à vários machos. Salto alto bem fininho, vestidinho preto, com brilho, bem curto, realçando sua bundona gostosa. Eu disse que ela estava parecendo uma verdadeira puta, e ela me respondeu que era assim mesmo que se sentia e que tinha o maior tesão em agir assim na minha presença, para que eu desse valor ao mulherão que tenho em casa. Eu concordei e quis beijá-la, mas a safada não deixou, disse que ia estragar sua maquiagem e não sei o que.
Fui tomar um banho e no chuveiro bati uma punheta pensando nas delícias que a noite prometia. Saímos de casa por volta das 22 horas. Chegamos cedo ao clube, além de nós só haviam mais uns 10 casais, e um ou outro cara circulando pelos cantos mais escuros (mulher sozinha nada...), mas a recepcionista disse que a casa iria ferver.
Após circularmos por todos os ambientes, ocupamos a mesa que eu havia reservado e pedimos umas bebidinhas. O clube era bem decorado, com ambientes muito aconchegantes. A música rolava solta na pista e aos poucos a casa ia enchendo. Já eram cerca de uns 30 casais e pelo menos uns 10 caras sozinhos. Minha esposa disse que viu duas belas garotas chegarem juntas, mas eu não às avistei. Reparei que um rapaz, estilo boa pinta, pegador, sentado sozinho numa mesa, olhava para minha esposa secando-a.
Conversei com ela e a Flavia confessou que já tinha reparado, que achou o rapaz atraente e poderia até rolar, mas confessou que ainda estava um pouco tímida com o ambiente. Eu sugeri que iria deixá-la sozinha na mesa, e que ficaria no bar, vendo se o rapaz tomava a iniciativa de chegar junto a ela. Ela aceitou com a ressalva de que eu ficasse de olho, pois tinha medo de que outros caras lhe avançassem.
Levantei-me e fui ao banheiro, depois fui para o bar. Encostei-me no balcão e pedi meu whisky. Ela ainda estava sozinha, mas isso durou pouco tempo. Enquanto dava meu primeiro gole no blended, vi que o rapaz chegou e se apresentou e ela deixou que ele sentasse ao seu lado. De longe vi que ela ria muito e que ele tentava lhe impressionar com a conversa básica de todo conquistador. Comecei a ficar com aquele ciúme gostoso, de pau duro, vendo a minha própria esposa ser seduzida bem na minha cara, e o pior, gostando disso.
O clube enchia cada vez mais. Já eram mais de 50 casais, entre os quais, algumas mulheres simplesmente maravilhosas, com umas roupas bem provocantes e sensuais, mini-saias, vestidinhos, barriguinhas de fora... além de uns 30 caras sozinhos. Agora sim identifiquei umas gatinhas solitárias.
Nada, porém, tirava minha atenção da mesa onde minha esposa começava a ceder ao charme do desconhecido. Apertei a mão do rapaz e sentei-me do outro lado, de modo que minha esposa ficou no centro do trio. Conversamos sobre a balada, as mulheres e etc. Até que percebi, embaixo da mesa, minha esposa fechava sua mão e apertava o pinto do amigo, já pra fora da calça. Eu pensei: sua puta...
Ela me olhava, sorria, sabia que eu já tinha sacado o lance, me dava um beijinho, um beijão, piscava. Daí percebi que a mão do rapaz abraçava sua cintura e apertava a polpa de sua bunda. Minha esposa resolveu também me dar atenção e com a mão esquerda, fez em mim o mesmo que fazia em seu amigo. Aquela safada, discretamente, por baixo da mesa, tinha duas picas só pra ela. Perguntei a ela se estava gostando. Ela disse que sim. O rapaz chegou mais perto e disse: - Ela é muito safada, né?
Eu perguntei se eles não topavam irmos pra ala reservada, no tal quarto escuro, lá fomos nós...
Fui na frente, puxando a Flavia pela mão e o nosso amigo vinha atrás dela. Quando entramos no quarto escuro, puxei-a para mim beijando e o nosso amigo já se escontou nela que acabou virando o recheio de um delicioso sanduiche. Minha esposa se contorcia de tesão e desejo, era devidamente apalpada e encoxada, se virando para beijar o amigo que estava atrás dela. Eu levantei seu vestido, expondo sua bunda e apalpando-a também, chegando a sentir o pênis do rapaz apertando o rabo da minha mulher. Botei meu pau pra fora e a Flavia começou a bater uma punheta pra mim, descendo sua boquinha até mamar em minha pica, levantando sua bunda para o amigo que caiu de boca naquelas carnes quentes.
Minha esposa mamava deliciosamente em mim, inclusive brincando de fio-terra e enfiando seu dedo em meu cuzinho. Novamente ela se levantou e veio me beijar, sendo mais uma vez encoxada pela frente e por trás. Tudo isso em meio ao breu absoluto. Tornei a sentir a pica do rapaz roçando a bunda da minha esposa, então tomei a liberdade de abrir o ziper do amigo, pegar em seu pau, apertalá-lo, avaliando a ferramenta, e trazendo até a bunda da Flavia que quando sentiu aquele nervo duro no meio do seu rego, começou a fazer um vai-e-vem frenético.
Peguei uma camisinha em meu bolso e passei ao amigo, ele se vestiu e meteu gostoso na minha esposa, de pé. Minha esposa me beijava, me chamava de corno e eu respondia que ela era uma puta, sem vergonha; se virava para beijar seu comedor e rebolava gostoso aquele rabão na pica do amigo que fodia sua buceta...era uma loucura...percebi que haviam mais casais transando por perto, mas ninguém (infelizmente chegou ali perto).
O nosso amigo não resistiu por muito tempo e gozou bem gostoso. Essa foi apenas a primeira foda da noite. Voltamos para nossa mesa enquanto o rapaz foi procurar outros casais que estivem afim. Eu e minha esposa estavamos maravilhados com o clima do local, já lotado.
A Flavia me disse que tinha adorado a primeira transa da noite e que queria mais. Pedimos mais umas bebidas e ficamos um tempo observando o público da casa. As pessoas eram bem descoladas, algumas garotas usavam roupas bem sensuais e provocantes e haviam homens elegantes também. Disse para a Flavia que iria repetir a estratégia anterior, ou seja, dar uma volta e ver se alguém chegava nela. Ela concordou pedindo apenas que eu não a perdesse de vista.
Novamente dirigi-me ao bar e dessa vez pedi apenas uma água mineral. Olhei para minha esposam pisquei, ela ainda estava sozinha, admirando as pessoas na pista de dança. Essa solidão durou pouco tempo, pois quando olhei novamente já havia outro rapaz próximo a ela, meio que se apresentando...
Fiquei de longe olhando a cena. O rapaz sentou-se ao lado da minha esposa e começaram a conversar. Dessa vez, a Flavia parecia que iria conduzir a coisa de uma maneira diferente. Vi que ela foi ficando interessada e "facinha", rindo a toa coladinha ao novo amigo que começou com aqueles lances de falar coisas ao pé do ouvido da minha mulher e a safada se desmanchando de tanto rir.
Pensei comigo: o que será que ele diz? Será que ele diz que quer comê-la? Que ela é uma mulher muito gostosa? Que eu sou um corno manso? Que curto dar uma pegadinha noutro pau?
Posso garantir que estava com muito tesão e os dois também, tanto que não demorou para se beijarem de forma incadescente, com direitos a passadas de mãos e tudo. Eu, como bom corno, olhava tudo. Os amassos foram ficando cada vez mais quentes, até que eles rumaram para a área reservada e eu tive a certeza de que a Flavia iria dar pra mais um macho. Dei um tempo e fui atrás. Comecei a procurar pelos 2. O ambiente estava repleto de casais e pessoas sozinhas, a sacanagem rolava solta e eu pocurando minha esposa, sabendo que essa puta estava sendo tarada por alguém. Olhei nas camas coletivas, nada. Fui no corredor das cabines e também não a vi. No quarto escuro...rs...eu só a reconheceria pelos gemidos...nada fácil...rs
Até que, num dos cantos, numa das salinhas,vi pela janelinha que havia um casal lá dentro. A porta estava fechada, mas dava pra ver que era a minha putinha se entregando, semi nua, com o rapaz mamando em seus peitos e atochando asmãos naquela bundona gostosa. Eu chamei por ela e ela se virou, fazendo biquinho e cara de tesuda. Abriu a porta pra mim dizendo com o olhar: entra corno. Abracei-a e beijei-a, ela se virou para o amigo e disse que eu era o marido. O cara me cumprimentou com um "e aí?"; continuou dando atenção a minha esposa. Botei meu pau pra fora e enquanto beijava a Flavia eu batia uma punheta.
O rapaz deixou a posição que ocupava e começou a se dedicar ao rabão da minha esposa. Modéstia à parte, a Flavia tem uma bunda deliciosa. Grande, volumosa, branquinha. Mulher casada e correta que é (...rs...), ela não usa fio-dental, por isso a marquinha do bronzeado é um pouco maior que a das gatas que saem na capa das revistas masculinas. A bunda da Flavia chama muita atenção, é do estilo Tanajura, cinturinha fina. Precisa ver ela rebolando e aquelas carnes balançando...meu amigo, isso tira qualquer homem do sério. As vezes digo a ela que aquele rabo parece uma pera...
Bom, o cara começou a beijar e lamber o rego dela, ai ela delirou, começou a falar altas sacanagens do tipo: - Olha só corninho, ela quer me comer, você vai deixar vai? Vai deixar o garotão comer sua esposinha?
Eu disse que sim a ambas as perguntas. E ela me beijava com tesão, enfiando sua lingua dentro da minha boca. Ela então me pediu pra lamber seu rabo também e se inclinou para a parede, erguendo sua bunda para mim e pro amigo. Abaixados, revezavamo-nos com a lingua naquele cuzinho e rego, mordendo, lambendo e apalpando a minha esposa. Quando me levantei, ela disse: - Queria ficar sozinha com ele, você deixa?
Saquei o que a safada queria e aceitei dar uma volta deixando-os ali.
Antes, porém, disse ao rapaz: - Capricha ai nessa puta...rs
Saí dali cheio de tesão, de pau duro feito pedra. Coração na mão em ter deixado minha esposa com ele. Pensei o que será que estão fazendo? Caminhei até a cama coletiva onde uma loira potranca cavalgava num rapaz e mamava aquele que parecia ser seu marido. Atrás dela havia uma verdadeira fila de homens querendo meter na loira e esperando a vez.
Num canto vi uma gatinha, novinha, tipo 20 aninhos, ao lado de um casal que se beijava. Me aproximei devagar, sorri pra ela ela sorriu de volta. Beijei e começamos a dar uns amassos também. Tirei meu pau pora fora da calça, peguei a mãozinha dela e ela começou a bater uma punhetinha. Um outro rapaz veio tentar se juntar a nós, ...mas a gatinha o afastou e ele entendeu o recado. A gostosa começou a me beijar cada vez mais forte e eu retribuí à altura. Ela pegava em meu pau de forma delicada, gostosa, com aquela mãozinha quente. Peguei uma camisinha e encapei minha vara, a gatinha se ajoelhou na minha frente e abocanhou meu pau fazendo um vai-e v~em bem gostoso.
Eu com as duas mãos em seus peitos gostosos, de tamanho médio, vibrava com trato que aquela garota me dava. Levantei de volta a mim e tornei a beijá-la. Disse a ela: - Quero te comer! Ela respondeu: - Tá!
Fomos pras salinhas, mas foi difícil achar uma vaga. Notei que havia uma certa muvuca anormal perto de onde deixei a Flavia com o rapaz. Uma porta se abriu a nossa frente e demos risadas pois 2 caras sairam rapidamente de dentro dela...rs...entramos e vimos uma certa melecação no sofá...passamos um papel no estofado e me sentei.
A gatinha tirou sua calça tipo capri e sentou-se em cima minha pica. Cavalgou bem gostoso e eu mamando em seus peitos...que delícia, bimbei bastante naquela bucetinha... A gatinha cavalgava de um jeito tão gostoso, que eu gozei fácil...beijando-a ardentemente.
Nos despedimos e demos a vez para outro casal usar a salinha. Fui procurar a minha esposa. Vi que a muvuca continuava ali próximo de onde deixei. Fui ver o que era. Que surpresa deliciosa...havia uma fila, 3 caras com a rola de fora e minha esposa, sentada num sofá, mamando neles revezadamente. Ela recebia a ajuda de uma coroa de uns 40 anos. Imaginei que um dos caras era o marido da coroa.
Meu pau endureceu na hora. Aquilo era lindo de se ver. Outras pessoas ficavam vendo a cena e conversando. Percebi que as duas cachorras só não chupavam mais picas porque não havia como mais machos terem acesso a elas, eis que o local era um tanto apertado.
Eu mesmo não tive como chegar mais perto da Flavia e tive de me contentar em esperar que ela desse conta daqueles caras. Essa espera durou uns 20 minutos, até que ela saiu de onde estava, vindo em minha direção, sendo devidamente encoxada numa espécie de corredor polonês. Quando me viu, sorriu, me deu um beijinho e disse que por ela a noite já estava ganha...rs...
Ela foi ao toallete e eu bisbilhotei um pouco pela casa, depois resolvemos ir embora e no caminho a safada foi meu contando as suas peripécias com o amigo, que ele a comeu bem gostoso, que ela se sentiu uma verdadeira puta à mercê do macho, que quando ele gozou, disse que iria chamar seus amigos e que quando voltou com mais dois rapazes e uma amiga, elas caíram de boca neles.
Nosso tesão aumenta a cada aventura realizada e nosso casamento, com esses temperos, tem sido de intensa e mútua satisfação.
FIM
Assinado MARIDO CORNO
Oi, sou o André, que escreveu o conto de sucesso “Eu Corno, ela Puta”, contando a experiência real que tive ao lado de Flavia, minha esposa. Dessa vez, quero contar como foi nossa primeira visita a uma casa de swing, em São Paulo. Bom, depois da transa com o Paulo, colega de serviço da minha esposa, demos um tempo de um 3 meses sem aprontar nada de diferente fora do casamento. Apenas a Flavia me contava que continuava sendo paquerada no trabalho, por um outro colega (o Paulo foi transferido), mas que ela até achava o cara interessante e tal, mas que iria fazer-se de difícil, pois não estava disposta a correr riscos desnecessários na empresa.
Durante nossas transas, agora mais freqüentes, o clima sempre esquentava quando lembrávamos das loucuras que fizemos. A Flavia acabou confidenciando que me viu chupar a pica do Paulo enquanto ela tomava banho. A principio fiquei meio envorgonhado, mas ela me disse que estava tudo bem, que me amava e que sabia que aquilo era só sexo, só farra. Ela me confortou dizendo: - você é o meu macho, meu homem. Isso bastou pra mim. Bom, então começamos a ver filmes, sites na net e resolvemos conhecer uma casa de swing, ou clube de casais, numa quinta-feira, que era a famosa “noite de ménage”, em que, além dos casais, também entram pessoas sozinhas.
Deixei nossas crianças na casa de minha irmã e quando cheguei em meu apartamento, minha esposa já estava se aprontando, linda, deliciosa, uma verdadeira puta se preparando para atender à vários machos. Salto alto bem fininho, vestidinho preto, com brilho, bem curto, realçando sua bundona gostosa. Eu disse que ela estava parecendo uma verdadeira puta, e ela me respondeu que era assim mesmo que se sentia e que tinha o maior tesão em agir assim na minha presença, para que eu desse valor ao mulherão que tenho em casa. Eu concordei e quis beijá-la, mas a safada não deixou, disse que ia estragar sua maquiagem e não sei o que.
Fui tomar um banho e no chuveiro bati uma punheta pensando nas delícias que a noite prometia. Saímos de casa por volta das 22 horas. Chegamos cedo ao clube, além de nós só haviam mais uns 10 casais, e um ou outro cara circulando pelos cantos mais escuros (mulher sozinha nada...), mas a recepcionista disse que a casa iria ferver.
Após circularmos por todos os ambientes, ocupamos a mesa que eu havia reservado e pedimos umas bebidinhas. O clube era bem decorado, com ambientes muito aconchegantes. A música rolava solta na pista e aos poucos a casa ia enchendo. Já eram cerca de uns 30 casais e pelo menos uns 10 caras sozinhos. Minha esposa disse que viu duas belas garotas chegarem juntas, mas eu não às avistei. Reparei que um rapaz, estilo boa pinta, pegador, sentado sozinho numa mesa, olhava para minha esposa secando-a.
Conversei com ela e a Flavia confessou que já tinha reparado, que achou o rapaz atraente e poderia até rolar, mas confessou que ainda estava um pouco tímida com o ambiente. Eu sugeri que iria deixá-la sozinha na mesa, e que ficaria no bar, vendo se o rapaz tomava a iniciativa de chegar junto a ela. Ela aceitou com a ressalva de que eu ficasse de olho, pois tinha medo de que outros caras lhe avançassem.
Levantei-me e fui ao banheiro, depois fui para o bar. Encostei-me no balcão e pedi meu whisky. Ela ainda estava sozinha, mas isso durou pouco tempo. Enquanto dava meu primeiro gole no blended, vi que o rapaz chegou e se apresentou e ela deixou que ele sentasse ao seu lado. De longe vi que ela ria muito e que ele tentava lhe impressionar com a conversa básica de todo conquistador. Comecei a ficar com aquele ciúme gostoso, de pau duro, vendo a minha própria esposa ser seduzida bem na minha cara, e o pior, gostando disso.
O clube enchia cada vez mais. Já eram mais de 50 casais, entre os quais, algumas mulheres simplesmente maravilhosas, com umas roupas bem provocantes e sensuais, mini-saias, vestidinhos, barriguinhas de fora... além de uns 30 caras sozinhos. Agora sim identifiquei umas gatinhas solitárias.
Nada, porém, tirava minha atenção da mesa onde minha esposa começava a ceder ao charme do desconhecido. Apertei a mão do rapaz e sentei-me do outro lado, de modo que minha esposa ficou no centro do trio. Conversamos sobre a balada, as mulheres e etc. Até que percebi, embaixo da mesa, minha esposa fechava sua mão e apertava o pinto do amigo, já pra fora da calça. Eu pensei: sua puta...
Ela me olhava, sorria, sabia que eu já tinha sacado o lance, me dava um beijinho, um beijão, piscava. Daí percebi que a mão do rapaz abraçava sua cintura e apertava a polpa de sua bunda. Minha esposa resolveu também me dar atenção e com a mão esquerda, fez em mim o mesmo que fazia em seu amigo. Aquela safada, discretamente, por baixo da mesa, tinha duas picas só pra ela. Perguntei a ela se estava gostando. Ela disse que sim. O rapaz chegou mais perto e disse: - Ela é muito safada, né?
Eu perguntei se eles não topavam irmos pra ala reservada, no tal quarto escuro, lá fomos nós...
Fui na frente, puxando a Flavia pela mão e o nosso amigo vinha atrás dela. Quando entramos no quarto escuro, puxei-a para mim beijando e o nosso amigo já se escontou nela que acabou virando o recheio de um delicioso sanduiche. Minha esposa se contorcia de tesão e desejo, era devidamente apalpada e encoxada, se virando para beijar o amigo que estava atrás dela. Eu levantei seu vestido, expondo sua bunda e apalpando-a também, chegando a sentir o pênis do rapaz apertando o rabo da minha mulher. Botei meu pau pra fora e a Flavia começou a bater uma punheta pra mim, descendo sua boquinha até mamar em minha pica, levantando sua bunda para o amigo que caiu de boca naquelas carnes quentes.
Minha esposa mamava deliciosamente em mim, inclusive brincando de fio-terra e enfiando seu dedo em meu cuzinho. Novamente ela se levantou e veio me beijar, sendo mais uma vez encoxada pela frente e por trás. Tudo isso em meio ao breu absoluto. Tornei a sentir a pica do rapaz roçando a bunda da minha esposa, então tomei a liberdade de abrir o ziper do amigo, pegar em seu pau, apertalá-lo, avaliando a ferramenta, e trazendo até a bunda da Flavia que quando sentiu aquele nervo duro no meio do seu rego, começou a fazer um vai-e-vem frenético.
Peguei uma camisinha em meu bolso e passei ao amigo, ele se vestiu e meteu gostoso na minha esposa, de pé. Minha esposa me beijava, me chamava de corno e eu respondia que ela era uma puta, sem vergonha; se virava para beijar seu comedor e rebolava gostoso aquele rabão na pica do amigo que fodia sua buceta...era uma loucura...percebi que haviam mais casais transando por perto, mas ninguém (infelizmente chegou ali perto).
O nosso amigo não resistiu por muito tempo e gozou bem gostoso. Essa foi apenas a primeira foda da noite. Voltamos para nossa mesa enquanto o rapaz foi procurar outros casais que estivem afim. Eu e minha esposa estavamos maravilhados com o clima do local, já lotado.
A Flavia me disse que tinha adorado a primeira transa da noite e que queria mais. Pedimos mais umas bebidas e ficamos um tempo observando o público da casa. As pessoas eram bem descoladas, algumas garotas usavam roupas bem sensuais e provocantes e haviam homens elegantes também. Disse para a Flavia que iria repetir a estratégia anterior, ou seja, dar uma volta e ver se alguém chegava nela. Ela concordou pedindo apenas que eu não a perdesse de vista.
Novamente dirigi-me ao bar e dessa vez pedi apenas uma água mineral. Olhei para minha esposam pisquei, ela ainda estava sozinha, admirando as pessoas na pista de dança. Essa solidão durou pouco tempo, pois quando olhei novamente já havia outro rapaz próximo a ela, meio que se apresentando...
Fiquei de longe olhando a cena. O rapaz sentou-se ao lado da minha esposa e começaram a conversar. Dessa vez, a Flavia parecia que iria conduzir a coisa de uma maneira diferente. Vi que ela foi ficando interessada e "facinha", rindo a toa coladinha ao novo amigo que começou com aqueles lances de falar coisas ao pé do ouvido da minha mulher e a safada se desmanchando de tanto rir.
Pensei comigo: o que será que ele diz? Será que ele diz que quer comê-la? Que ela é uma mulher muito gostosa? Que eu sou um corno manso? Que curto dar uma pegadinha noutro pau?
Posso garantir que estava com muito tesão e os dois também, tanto que não demorou para se beijarem de forma incadescente, com direitos a passadas de mãos e tudo. Eu, como bom corno, olhava tudo. Os amassos foram ficando cada vez mais quentes, até que eles rumaram para a área reservada e eu tive a certeza de que a Flavia iria dar pra mais um macho. Dei um tempo e fui atrás. Comecei a procurar pelos 2. O ambiente estava repleto de casais e pessoas sozinhas, a sacanagem rolava solta e eu pocurando minha esposa, sabendo que essa puta estava sendo tarada por alguém. Olhei nas camas coletivas, nada. Fui no corredor das cabines e também não a vi. No quarto escuro...rs...eu só a reconheceria pelos gemidos...nada fácil...rs
Até que, num dos cantos, numa das salinhas,vi pela janelinha que havia um casal lá dentro. A porta estava fechada, mas dava pra ver que era a minha putinha se entregando, semi nua, com o rapaz mamando em seus peitos e atochando asmãos naquela bundona gostosa. Eu chamei por ela e ela se virou, fazendo biquinho e cara de tesuda. Abriu a porta pra mim dizendo com o olhar: entra corno. Abracei-a e beijei-a, ela se virou para o amigo e disse que eu era o marido. O cara me cumprimentou com um "e aí?"; continuou dando atenção a minha esposa. Botei meu pau pra fora e enquanto beijava a Flavia eu batia uma punheta.
O rapaz deixou a posição que ocupava e começou a se dedicar ao rabão da minha esposa. Modéstia à parte, a Flavia tem uma bunda deliciosa. Grande, volumosa, branquinha. Mulher casada e correta que é (...rs...), ela não usa fio-dental, por isso a marquinha do bronzeado é um pouco maior que a das gatas que saem na capa das revistas masculinas. A bunda da Flavia chama muita atenção, é do estilo Tanajura, cinturinha fina. Precisa ver ela rebolando e aquelas carnes balançando...meu amigo, isso tira qualquer homem do sério. As vezes digo a ela que aquele rabo parece uma pera...
Bom, o cara começou a beijar e lamber o rego dela, ai ela delirou, começou a falar altas sacanagens do tipo: - Olha só corninho, ela quer me comer, você vai deixar vai? Vai deixar o garotão comer sua esposinha?
Eu disse que sim a ambas as perguntas. E ela me beijava com tesão, enfiando sua lingua dentro da minha boca. Ela então me pediu pra lamber seu rabo também e se inclinou para a parede, erguendo sua bunda para mim e pro amigo. Abaixados, revezavamo-nos com a lingua naquele cuzinho e rego, mordendo, lambendo e apalpando a minha esposa. Quando me levantei, ela disse: - Queria ficar sozinha com ele, você deixa?
Saquei o que a safada queria e aceitei dar uma volta deixando-os ali.
Antes, porém, disse ao rapaz: - Capricha ai nessa puta...rs
Saí dali cheio de tesão, de pau duro feito pedra. Coração na mão em ter deixado minha esposa com ele. Pensei o que será que estão fazendo? Caminhei até a cama coletiva onde uma loira potranca cavalgava num rapaz e mamava aquele que parecia ser seu marido. Atrás dela havia uma verdadeira fila de homens querendo meter na loira e esperando a vez.
Num canto vi uma gatinha, novinha, tipo 20 aninhos, ao lado de um casal que se beijava. Me aproximei devagar, sorri pra ela ela sorriu de volta. Beijei e começamos a dar uns amassos também. Tirei meu pau pora fora da calça, peguei a mãozinha dela e ela começou a bater uma punhetinha. Um outro rapaz veio tentar se juntar a nós, ...mas a gatinha o afastou e ele entendeu o recado. A gostosa começou a me beijar cada vez mais forte e eu retribuí à altura. Ela pegava em meu pau de forma delicada, gostosa, com aquela mãozinha quente. Peguei uma camisinha e encapei minha vara, a gatinha se ajoelhou na minha frente e abocanhou meu pau fazendo um vai-e v~em bem gostoso.
Eu com as duas mãos em seus peitos gostosos, de tamanho médio, vibrava com trato que aquela garota me dava. Levantei de volta a mim e tornei a beijá-la. Disse a ela: - Quero te comer! Ela respondeu: - Tá!
Fomos pras salinhas, mas foi difícil achar uma vaga. Notei que havia uma certa muvuca anormal perto de onde deixei a Flavia com o rapaz. Uma porta se abriu a nossa frente e demos risadas pois 2 caras sairam rapidamente de dentro dela...rs...entramos e vimos uma certa melecação no sofá...passamos um papel no estofado e me sentei.
A gatinha tirou sua calça tipo capri e sentou-se em cima minha pica. Cavalgou bem gostoso e eu mamando em seus peitos...que delícia, bimbei bastante naquela bucetinha... A gatinha cavalgava de um jeito tão gostoso, que eu gozei fácil...beijando-a ardentemente.
Nos despedimos e demos a vez para outro casal usar a salinha. Fui procurar a minha esposa. Vi que a muvuca continuava ali próximo de onde deixei. Fui ver o que era. Que surpresa deliciosa...havia uma fila, 3 caras com a rola de fora e minha esposa, sentada num sofá, mamando neles revezadamente. Ela recebia a ajuda de uma coroa de uns 40 anos. Imaginei que um dos caras era o marido da coroa.
Meu pau endureceu na hora. Aquilo era lindo de se ver. Outras pessoas ficavam vendo a cena e conversando. Percebi que as duas cachorras só não chupavam mais picas porque não havia como mais machos terem acesso a elas, eis que o local era um tanto apertado.
Eu mesmo não tive como chegar mais perto da Flavia e tive de me contentar em esperar que ela desse conta daqueles caras. Essa espera durou uns 20 minutos, até que ela saiu de onde estava, vindo em minha direção, sendo devidamente encoxada numa espécie de corredor polonês. Quando me viu, sorriu, me deu um beijinho e disse que por ela a noite já estava ganha...rs...
Ela foi ao toallete e eu bisbilhotei um pouco pela casa, depois resolvemos ir embora e no caminho a safada foi meu contando as suas peripécias com o amigo, que ele a comeu bem gostoso, que ela se sentiu uma verdadeira puta à mercê do macho, que quando ele gozou, disse que iria chamar seus amigos e que quando voltou com mais dois rapazes e uma amiga, elas caíram de boca neles.
Nosso tesão aumenta a cada aventura realizada e nosso casamento, com esses temperos, tem sido de intensa e mútua satisfação.
FIM
Assinado MARIDO CORNO
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Quinta-feira, Dezembro 10, 2009
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
CORNO CLUBE
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Sexta-feira, Dezembro 04, 2009
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
LEILA LOPES - Nossa Sincera Homenagem
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Quinta-feira, Dezembro 03, 2009
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CONTATO CORNO CLUBE - mande suas fotos e contos eróticos
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CORNO CLUB: Sócio 0019 - João, da Lapa


Por favor, não divulguem minha identidade ou o meu e-mail.
Sou um corno sem número: talvez não tenha sido aceito, ainda, nessa irmandade. Contei minha história aqui em post do dia 18 de abril deste ano. Narrei como, no dia do aniversário do casamento, pedi à minha mulher, de presente, que ele transasse com outro homem e me trouxesse fotos. Um par de dias depois, ele me entregou uma máquina de fotografia digital com imagens dela transando com o seu chefe, algumas delas publicadas aqui, no CornoClub (http://cornoclub.blogspot.com/2009/04/mais-um-corno-orgulhoso-com-fotos-do.html).
Depois desse dia, meu casamento se transformou completamente. Tornei-me um escravo feliz de minha esposa. Nossa relação se inverteu: sou um homem submisso e dependente de minha mulher. Minha vida gravita em torno do prazer dela e ela gosta e mesmo abusa disso. Estou casado com uma puta e adoro isso. Sou um corno e adoro isso.
Não foi uma única transa com o chefe. Tornaram-se amantes. Lembro-me quando, uma semana depois da primeira vez, eu estava no serviço, em plena tarde de terça-feira, e o celular tocou. Era ela:
- Ganhei um aumento e vou sair para comemorar, viu? Chego mais tarde.
- Calma. Como assim? Vai sair para comemorar com quem?
- Ora, com o meu chefe! Com quem mais?
Tive que me virar com nossos filhos e, ademais, por a casa para funcionar. Ela chegou depois das 11 da noite, tonta, cheirando a suor e sexo. Sim. Tinha cheiro de sexo, cheiro de festa. Tinha cheiro de vadia. Estava na cara que tinham transado várias vezes e que ela não se importara em não tomar banho. Claro. Da primeira vez, eu reclamei que ela tinha se limpado.
Ela se despiu, abriu as pernas e me mandou cheirar, porque não tinha tomado banho. Perguntou se eu percebia, pelo cheiro, o quanto ela tinha trepado e o quanto tinha gozado. Mandou, então, que eu chupasse. E exigia mais e mais e mais. Disse, então, que agora seria a minha vez. E transou gostoso comigo.
Não foi o único aumento. Hoje ela ganha o dobro do que ganhava antes. Multiplicaram-se os presentes: sapatos, vestidos e até jóias. Depois, começaram as viagens. No início, pequenas viagens justificadas pelas necessidades do trabalho. Mas sempre a mala com vestidos curtos, biquínis minúsculos e coisas do tipo. Como boa puta que ela se tornou, exige bons hotéis, bons restaurantes e muito mais. Agora, estão indo passar cinco dias na Argentina:
- As crianças vão ficam com mamãe, você vai ficar aqui e eu vou viajar com meu chefe. Você fica aqui, viu? Sempre que eu telefonar, não diga nada. Apenas ouça. Se eu disser alô, pode responder. Do contrário, fique caladinho e ouça. Vou apertar apertar o botão de ligar toda vez que puder e deixar o celular na cabeceira pra transar com ele, viu? Você quer me ouvir transando com ele?
Assenti. O coração disparou e fiquei ereto na hora. Ela me devorou, obtendo rápido o meu gozo.
Está divina e impossível. Arranjou um outro namorado e, agora, não trái apenas a mim, mas ao próprio chefe. Se meteu com o cara num sítio, transando até não poder mais. De presente, ganhei essas fotos.
Sou um corno sem número: talvez não tenha sido aceito, ainda, nessa irmandade. Contei minha história aqui em post do dia 18 de abril deste ano. Narrei como, no dia do aniversário do casamento, pedi à minha mulher, de presente, que ele transasse com outro homem e me trouxesse fotos. Um par de dias depois, ele me entregou uma máquina de fotografia digital com imagens dela transando com o seu chefe, algumas delas publicadas aqui, no CornoClub (http://cornoclub.blogspot.com/2009/04/mais-um-corno-orgulhoso-com-fotos-do.html).
Depois desse dia, meu casamento se transformou completamente. Tornei-me um escravo feliz de minha esposa. Nossa relação se inverteu: sou um homem submisso e dependente de minha mulher. Minha vida gravita em torno do prazer dela e ela gosta e mesmo abusa disso. Estou casado com uma puta e adoro isso. Sou um corno e adoro isso.
Não foi uma única transa com o chefe. Tornaram-se amantes. Lembro-me quando, uma semana depois da primeira vez, eu estava no serviço, em plena tarde de terça-feira, e o celular tocou. Era ela:
- Ganhei um aumento e vou sair para comemorar, viu? Chego mais tarde.
- Calma. Como assim? Vai sair para comemorar com quem?
- Ora, com o meu chefe! Com quem mais?
Tive que me virar com nossos filhos e, ademais, por a casa para funcionar. Ela chegou depois das 11 da noite, tonta, cheirando a suor e sexo. Sim. Tinha cheiro de sexo, cheiro de festa. Tinha cheiro de vadia. Estava na cara que tinham transado várias vezes e que ela não se importara em não tomar banho. Claro. Da primeira vez, eu reclamei que ela tinha se limpado.
Ela se despiu, abriu as pernas e me mandou cheirar, porque não tinha tomado banho. Perguntou se eu percebia, pelo cheiro, o quanto ela tinha trepado e o quanto tinha gozado. Mandou, então, que eu chupasse. E exigia mais e mais e mais. Disse, então, que agora seria a minha vez. E transou gostoso comigo.
Não foi o único aumento. Hoje ela ganha o dobro do que ganhava antes. Multiplicaram-se os presentes: sapatos, vestidos e até jóias. Depois, começaram as viagens. No início, pequenas viagens justificadas pelas necessidades do trabalho. Mas sempre a mala com vestidos curtos, biquínis minúsculos e coisas do tipo. Como boa puta que ela se tornou, exige bons hotéis, bons restaurantes e muito mais. Agora, estão indo passar cinco dias na Argentina:
- As crianças vão ficam com mamãe, você vai ficar aqui e eu vou viajar com meu chefe. Você fica aqui, viu? Sempre que eu telefonar, não diga nada. Apenas ouça. Se eu disser alô, pode responder. Do contrário, fique caladinho e ouça. Vou apertar apertar o botão de ligar toda vez que puder e deixar o celular na cabeceira pra transar com ele, viu? Você quer me ouvir transando com ele?
Assenti. O coração disparou e fiquei ereto na hora. Ela me devorou, obtendo rápido o meu gozo.
Está divina e impossível. Arranjou um outro namorado e, agora, não trái apenas a mim, mas ao próprio chefe. Se meteu com o cara num sítio, transando até não poder mais. De presente, ganhei essas fotos.
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Quinta-feira, Dezembro 03, 2009
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